terça-feira, 18 de setembro de 2012

Estado vai formar grupo para apoiar ações ambientais do setor de rochas ornamentais

Extraído do site Folha Vitória


Atualizado em 17/9/2012 às 12h52  -  Folha Vitória  -  Redação Folha Vitória
O Governo do Estado vai atuar ainda mais intensamente no desenvolvimento tecnológico do reaproveitamento dos resíduos de rochas ornamentais. Em reunião com representantes da principal associação que atua nesse sentido no país, a Aamol (Associação Ambiental Monte Líbano), de Cachoeiro de Itapemirim, e outros representantes do setor, na segunda-feira (10), em seu gabinete, o secretário de Estado de Desenvolvimento Márcio Felix Bezerra afirmou que, além do aspecto sustentável da iniciativa, os projetos já em estruturação no setor são relevantes o suficiente para contar com o apoio de um grupo de trabalho com especialistas. Entre eles, os de outros órgãos do Estado, como a Superintendência de Projetos de Polarização Industrial (Suppin), que também participou do encontro, e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (SECTTI).
A reunião serviu para apresentar as iniciativas da Aamol, que já apoia uma fábrica de bloquetes de construção civil que fornece em escala industrial para construtoras capixabas e cariocas. Mas a nova prioridade da Aamol é a estruturação de uma fábrica de argamassa que vai ter 30% de sua composição formada pelo resíduo do beneficiamento de rochas que é feito exclusivamente aqui no Estado (diferentemente de experiências pontuais de outros estados, que só usam o resíduo da serrada dos blocos para a produção de argamassa).
“O potencial da fábrica é relevante: só com a produção da argamassa, vai poder consumir mais de 50% do resíduo que atualmente é destinado à Aamol para aterramento licenciado, por 75 das mais importantes empresas do setor de rochas do polo de processamento de Cachoeiro de Itapemirim”, explica o diretor-executivo da Associação, Fabrício de Athayde Rocha, que destacou o apoio que a entidade já tem obtido do deputado federal Camilo Cola (PMDB).
Porém, a Aamol quer mais: ela foi criada, junto ao Sindirochas e ao Cetemag, para muito mais do que um aterro, ser uma fomentadora de iniciativas de reaproveitamento, que possam ser replicadas por todo o mundo, o que agora vai ganhar mais intensidade e apoio governamental. Da reunião com Márcio Felix também participaram o deputado federal Camilo Cola e representantes do Sindirochas e do Cetemag.
Também participaram da reunião, segundo a foto do evento, da esquerda para a direita: Duarte Aquino, gerente de novos negócios da Sedes; Alexandre Gasparini, assessor do deputado federal Camilo Cola (PMDB); André Araujo, assessor jurídico da Aamol por meio do escritório Ramos - Araujo Advogados; secretário Márcio Felix; Rogério Hechert Correa, empresário membro do Conselho Diretor da Aamol; Douglas Puppin, geólogo do Sindirochas; Deputado Federal Camilo Cola (PMDB); Michel Rabbi, Diretor-Presidente do Instituto Capixaba de Gestão (ICG); Francisco Ramaldes, gerente de arranjos produtivos da Sedes; Herman Krüger, superintendente do Cetemag; Danilo Juffo, diretor geral em exercício da Suppin; Helena Batista, subgerente de gestão de empreendimentos da Suppin; Evandro Braga, gerente técnico operacional de empreendimentos da Suppin; San’t Angelo Ferron, assessor do deputado federal Camilo Cola; e Fabrício de Athayde Rocha, diretor-executivo da Aamol.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

CENTROROCHAS e fabricantes de lâminas e granalhas fecham acordo para drawback



Extraído do site do Centrorochas

No ultimo dia 30/08 durante a realização da Cachoeiro Stone Fair, o CENTROROCHAS assinou acordo com os fabricantes nacionais de laminas e granalhas representados pelas entidades ABIFA e SICETEL, com a definição de um novo índice de consumo de laminas e granalhas a ser aplicado na abertura de atos concessórios com beneficio de drawback.
O trabalho técnico foi desenvolvido pelas entidades ABIFA, SICETEL e CENTROROCHAS em conjunto, visando a obtenção de um índice que representasse com a maior fidelidade possível os atuais índices de consumo desses insumos pelas empresas exportadoras.
Vale ressaltar a responsabilidade e profissionalismo de todos os envolvidos durante o trabalho de coleta e tratamento de dados.
Na sequência o trabalho será entregue a Secretaria de Comércio Exterior e somente então os índices estarão liberados para serem utilizados.

Visitantes de mais de 600 cidades brasileiras marcam presença na Cachoeiro Stone Fair 2012



Extraído do site da Milanez & Milaneze
O perfil do evento com muitas oportunidades para o mercado interno explica a participação de profissionais e empresas de Norte a Sul do Brasil
A Cachoeiro Stone Fair 2012 recebeu um público de mais de 25 mil visitantes nacionais de 26 estados brasileiros, superando as expectativas dos promotores, durante os quatro dias de evento, em Cachoeiro de Itapemirim.
Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Goiás foram os estados com mais participantes no evento, que contou com a participação de 220 expositores de rochas ornamentais, máquinas, equipamentos e insumos para o segmento.

Ao todo, empresários e profissionais de mais de 600 cidades brasileiras estiveram na feira, inclusive representantes das 12 cidades que serão sedes dos jogos da Copa do Mundo de 2014 e as que servirão de centros de treinamentos e base de apoio, onde estão sendo realizadas grandes obras para o Mundial.
O público estrangeiro também marcou presença, com participação expressiva da Itália seguida dos Estados Unidos, Canadá, China, Espanha, Venezuela e Portugal.

Promovida pelo Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Espírito Santo (Sindirochas) e pelo Centro Tecnológico do Mármore e do Granito (Cetemag) e realização da Milanez & Milaneze, a 34ª edição da Cachoeiro Stone Fair foi realizada Parque de Exposições Carlos Caiado Barbosa, em Cachoeiro de Itapemirim.
O evento contou ainda com o apoio do Governo do Estado, por meio das secretarias de Desenvolvimento e de Turismo, Federação das Indústrias do Estado (Findes), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-ES) e Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas).

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Sindirochas troca a diretoria



Extraído do site do Jornal Aqui Notícias
29.08.2012  -  Leandro Moreira
A diretoria do Sindirochas passou por alteração após as eleições ocorridas neste mês de agosto. Emic Malacarne sede espaço ao novo presidente Samuel Mendonça, que tomou posse nesta semana durante a abertura da 24ª Feira Internacional do Mármore e Granito, a Cachoeiro Stone Fair.

Samuel já ocupava os quadros da diretoria do sindicato há anos. “As decisões sempre foram tomadas pelo grupo. E espero contar com o apoio deste mesmo grupo nesta nova etapa. Vou me esforçar para dar o melhor de mim frente ao Sindirochas”, disse Mendonça.
Emic falou que se sente orgulhoso por ter contribuído com o setor de rochas, que, segundo ele, cresce e colabora com a geração de emprego e renda. Malacarne deixa o Sindirochas e fica até o próximo ano na diretoria do Centro Tecnológico do Mármore e Granito (Cetemag).

Mármore, só de Cachoeiro



Extraído so site do Jornal Aqui Notícias
29.08.2012  -  Filipe Rodrigues
Quando se fala em charuto, o que vem a cabeça é Cuba. Em se tratando de champagne, o país é a França. E, agora, a tendência é que no mercado internacional, quando o assunto for mármore, um município seja naturalmente lembrado: Cachoeiro de Itapemirim. Isso porque, o Selo de Indicação Geográfica, também chamado de Indicação de Procedência, foi concedido à cidade e vai colocá-la ainda mais no circuito internacional.
Para o presidente do Centro Tecnológico do Mármore e Granito (Cetemag) de Cachoeiro, Emic Malacarne Costa, o selo de Indicação Geográfica concedido pelo Ministério de Desenvolvimento Econômico vai elevar o padrão de qualidade dos produtos e tornar o município referência. “O selo só agrega valor. Um grupo de trabalho vai apresentar as regras e normas para o setor e as empresas terão que se adequar. Com o tempo, acredito que em cerca de oito meses, já iremos colher os frutos”, comentou Emic.
Muito embora o município já detenha o título, as empresas precisarão se adequar. “Teremos que cumprir metas. Com isso, vamos disputar em nível mais elevado com Portugal e Grécia, por exemplo. Os próprios compradores estão mais exigentes, buscando mercado qualificado. O selo vai forçar as empresas a conseguirem essa excelência”, acrescentou Emic.
 “Os empresários terão mais chances também de comercializar o mármore industrializado e não apenas blocos. Sabemos que a nossa matéria-prima não perde em qualidade. Esse selo vai agregar ainda mais valor”, disse Emic.
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Cachoeiro, Ricardo Coelho, o setor marmorista cachoeirense fica ainda mais competitivo no mercado internacional. “Temos produtos cobiçados e de alto valor, como o mármore branco. É uma questão muito importante, porque quando se falar em mármore, só de Cachoeiro”, enfatizou Ricardo.
Ele acrescenta ainda que o selo atrai maior divulgação no cenário internacional; maior qualificação dos profissionais; agrega valor; e enquadra empresas a cumprirem exigências de padrões de qualidade e respeito ao meio ambiente.
O que é indicação geográfica?
Nos mercados nacionais e internacionais, muitos produtos são caracterizados não apenas pela marca que ostentam, mas também pela indicação da sua verdadeira origem geográfica. Esta indicação lhes atribui certa reputação, valor intrínseco e identidade própria que os distinguem dos demais produtos de igual natureza disponíveis no mercado.
O termo “indicação geográfica” foi se firmando quando produtores, comerciantes e consumidores começaram a identificar que alguns produtos de determinados lugares apresentavam qualidades particulares, atribuíveis à sua origem geográfica, e começaram a denominá-los com o nome geográfico que indicava sua procedência.
Os produtos que apresentam uma qualidade única, explorando as características naturais tais como geográficas (solo, vegetação), meteorológicas (clima) e humanas (cultivo, tratamento, manufatura), e que indicam de onde são provenientes são bens que possuem um certificado de qualidade atestando sua origem e garantindo o controle rígido de sua qualidade.
Alguns exemplos envolvendo produtos de notável qualidade, certificados e identificados com indicações geográficas, são os vinhos tintos da região de Bordeaux, os presuntos de Parma, os charutos cubanos, os queijos Roquefort, entre outros. Nesses casos, a indicação da verdadeira origem geográfica do produto adquire a configuração de um bem, agregando valor econômico e beneficiando as pessoas estabelecidas no local de produção.
Desta forma, fortalece a organização social e concorre para o desenvolvimento sócio-econômico da região. Mas o reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) origina-se do esforço de um grupo de produtores ou de prestadores de serviço que se organizam para defender seus produtos ou serviços, motivados por um lucro coletivo.