sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mais uma conquista para o meio ambiente

Extaído do site da Revista Inforochas

Com o mundo cada vez mais globalizado, onde a velocidade da informação é quem dita às regras, vivemos constantemente cercados de notícias que dizem que nosso planeta precisa de mais atenção. Ações de reversão de impactos ambientais já deixaram há muito tempo de ser filosofia de ativistas, e hoje o meio ambiente ocupa seu espaço representativo na economia mundial. Tudo isso se dá ao fato de que a possibilidade da escassez dos recursos naturais seja cada vez mais real e iminente. Assim nós, como cidadãos, já temos atualmente um olhar crítico sobre as ações impactantes ao meio ambiente, e a tendência é que isso passe de geração em geração.
É com esse otimismo que o setor de rochas ornamentais está acompanhando a evolução de práticas conservacionistas e uso racional e sustentável dos recursos naturais. O momento é de “start” nesses processos, e os frutos que podem vir a ser colhidos terão um sabor e aparência bem agradáveis. Onde se enxergava como custo, hoje o empresariado já vê como uma parte fundamental do seu investimento, pois seu cliente a cada dia tem sido mais severo em querer produtos de origem sustentável, principalmente no mercado externo.
Neste contexto, recentemente as empresas associadas a Associação Ambiental Monte Líbano (AAMOL) assinaram um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público de Cachoeiro de Itapemirim, no qual, essas se comprometeram a cumprir prazos para adequarem a disposição final de seus resíduos, bem como a reparação dos impactos já causados anteriormente. A estruturação da AAMOL está diretamente ligada com o comprimento do primeiro item, ao passo que o segundo, a própria entidade vem buscando solucionar por meio da implantação de um programa de educação ambiental entre as associadas e a comunidade de Cachoeiro, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Ministério Público e Iema.
Realizada a formalização na cessão área para estruturação da Central, a AAMOL – de acordo com a assinatura do TAC junto ao Ministério Público – terá seis meses para realizar a primeira deposição de resíduo na Central. As obras compreenderão três etapas distintas até seu pleno funcionamento. Os recursos para esse empreendimento partem da própria Associação, sendo que ao longo de sua construção poderá contrair recursos de seus parceiros públicos ou privados, contando com o apoio constante do Cetemag.
É notório que em pouquíssimo tempo o município de Cachoeiro de Itapemirim – que hoje detém o título de maior parque de beneficiamento de rochas da América Latina – passará também a ser referência no reaproveitamento dos subprodutos de rochas com responsabilidade ambiental e social, com condições de difundir essa “tecnologia verde” mundo a fora agregando maior valor aos produtos industrializados. Toda essa conquista do setor de rochas só está sendo alcançada graças à soma de esforços da iniciativa privada e do poder público em suas diferentes esferas em função de uma causa tão nobre e essencial em nossas vidas. Essa é uma sinalização de que podemos, sim, exercer nosso papel de cidadãos visando o bem estar de todos, comprometidos com as futuras gerações.

Banco do Nordeste: novo escritório e mais crédito para o setor de rochas

Extraído do site da Revista Inforochas

Linhas de crédito para a compra de itens de produção até a construção e ampliação de instalações de empresas, cheque empresarial e desconto de duplicata. Esses são alguns dos produtos oferecidos pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), que já conta com duas agências no interior do Estado e inaugurou o escritório da Superintendência Minas Gerais- Espírito Santo, em Vitória.
Para o empresário do setor de rochas, o BNB oferece além de todas as linhas de crédito de um banco de varejo, uma linha de crédito de longo prazo dentro do Programa Cresce Nordeste, que financia todos os itens necessários à produção, máquinas, equipamentos e veículos utilitários indispensáveis a projetos de mineração com juros entre 6,75% a 10%.
O escritório da Superintendência do BNB começou a funcionar em junho no prédio da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes).
Segundo o Superintendente do BNB, José Mendes Batista, a abertura do escritório aproxima mais a instituição do empresariado capixaba.
“O objetivo é potencializar a ação de fomento da economia regional, a divulgação de produtos e a captação de novos negócios. O escritório será um local de referência para o atendimento de nossos clientes, tanto diretamente, pela Superintendência, quanto pelos nossos gestores locais” disse Mendes.
Ele ressaltou que, este ano, o BNB deverá obter uma aplicação histórica no Espírito Santo, superando em cerca de 40% o volume de R$ 99 milhões aplicados em 2007, com operações de investimentos, custeios e capital de giro, nas áreas rural, industrial, agro-industrial, comércio, serviços e ações de apoio a diversos projetos de pesquisa no Estado.
“Temos a expectativa de investir cerca de R$ 100 milhões através de nossas agências localizadas no Estado”, adiantou, acrescentando que o Espírito Santo é um estado com economia dinâmica em expansão e que pode receber novas agências.
Nos anos de 2006 e 2007, o BNB destinou R$ 1,13 milhão para pesquisas científicas e desenvolvimento tecnológico no Estado.
Entre os produtos do BNB, também há financiamento para pesquisa, gastos em conservação de energia, projetos, assessoria empresarial e técnica, capital de giro associado ao investimento fixo, matérias-primas, insumos e outros itens associados à viabilidade do negócio, desde que justificados no projeto. No interior do Estado, as agências de Linhares e Colatina, inauguradas em 2004, têm conquistado bons resultados junto à indústria de rochas ornamentais destas regiões. O BNB é responsável por 25,8% de todo o crédito de longo prazo na região e 29% do crédito rural.

Nova Convenção Coletiva de Trabalho em vigor

Extraído do site da Revista Inforochas

Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2008-2010, assinada pelo presidente do Sindirochas, Áureo Mameri, e pelo presidente do Sindimármore em exercício, Aguinaldo Grillo, no último dia 5 de agosto.
Foi definido um reajuste salarial de 6% e também houve mudança na cláusula referente ao pagamento de horas extras.
A Convenção Coletiva se aplica a todas as empresas e trabalhadores do setor de rochas ornamentais no Espírito Santo e terá vigência de dois anos, com início retroativo a 1º de maio deste ano e validade até 30 de abril de 2010.
Os valores da diferença salarial, retroativa ao salário de maio, deverão ser pagos, no máximo, em duas parcelas, até o salário referente ao mês de setembro.
A cláusula de horas extras também teve a redação alterada. “As horas extras de segunda a sábado continuam sendo de 50%, excetuando-se os casos de dias já compensados pelos trabalhadores, que serão pagos com adicional de 110%”, explicou o assessor jurídico do Sindirochas, Henrique Nelson Ferreira.
Ele explicou que essa cláusula define uma pendência que vinha desde a última CCT, negociada em 2006. “Pela redação anterior, para quem trabalhasse em sobrejornada no dia de sábado, que já tivesse sido compensado, o adicional era também de 50%. Essa não era a interpretação do Sindimármore, o que vinha trazendo inúmeros conflitos. Com a nova redação, essa questão foi pacificada e, a partir de maio deste ano, não há mais nenhuma dúvida sobre isto”, ressaltou o assessor jurídico.
Ficou previsto no documento que os dois sindicatos se reunirão na data-base de 2009, para discutir novo reajuste salarial e cláusulas relacionadas à jornada de trabalho, à compensação e turno de revezamento e ao adicional noturno.
O secretário-geral do Sindimármore, Messias Moraes Pizeta, observou que as cláusulas anteriores foram mantidas, com avanço apenas nesses dois aspectos, devido ao momento que o setor vem vivendo. “Muitas empresas tiveram problema financeiro, devido à queda nas exportações. Mas foram mantidas as cláusulas de saúde e segurança, que queremos ampliar, no próximo ano”, afirmou.

Cada rocha no seu lugar

Extraído do site da Revista Inforochas

Material nobre, que confere originalidade e beleza a qualquer ambiente e, além de tudo, é abundante no Estado. Mas como utilizar o revestimento de forma correta, com a escolha da rocha certa para cada local, fazendo com que ela seja uma opção para valorizar e não para trazer problemas durante a obra?
Foi justamente para responder a essa pergunta e mostrar as vantagens da opção pelas pedras naturais, que o Sindirochas e o Espírito Santo em Ação realizaram o I Seminário Especificação e Aplicação das Rochas Ornamentais, que aconteceu no auditório da Findes, em Vitória, no último dia 10.
Palestrantes especialistas na área abordaram as principais diferenças entre as rochas, que aspectos os profissionais devem avaliar na hora da escolha de cada material, como aplicá-lo de forma correta e como conservá-lo, para garantir maior durabilidade e beleza por mais tempo.
O presidente do Sindirochas, Áureo Mameri, destacou a importância do evento. “O setor pode crescer muito aqui mesmo. O seminário vem a somar à tendência de mercado. O debate vai servir para aproximar o processo de produção do mármore e do granito com a construção civil”, disse.
“Estamos vislumbrando um futuro promissor e próspero, envolvendo esses dois setores”, completou Aristóteles Costa Passos Neto, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sindicon) e vice-presidente da Findes.
O presidente do Cetemag, Emic Malacarne, também destacou a importância do debate. “Já estamos amadurecendo essa idéia há muito tempo, no intuito de avançar no mercado de revestimentos. O que falta para propagar mais é informação na industrialização e aplicação de rochas”, observou.
Cerca de 100 pessoas, entre marmoristas, arquitetos, engenheiros, designers e estudantes, puderam conferir quatro palestras com profissionais renomados no setor. O coordenador do Conselho de Rochas do Espírito Santo em Ação, Hudson Duarte, explicou que o objetivo é, a partir do primeiro seminário, realizar workshops específicos para cada etapa necessária à correta especificação do material.

Seminário de Segurança no Trabalho e o Setor de Rochas em Cachoeiro

Extraído do site da Revista Pedras do Brasil

O Sindirochas irá realizar, no dia 28 de outubro, mais uma edição do seminário Segurança no Trabalho e o Setor de Rochas Ornamentais. O evento acontecerá no auditório do Centro Universitário São Camilo e é aberto a empresários e trabalhadores do setor, médicos e advogados trabalhistas, além de autoridades e representantes ligados à indústria.
De acordo com a coordenadora da área de eventos e treinamentos do Sindirochas, Penha Lemos, um dos palestrantes já confirmados é o representante da Previdência, Luiz Eduardo Alcântara de Melo, que virá de Brasília para falar sobre os novos rumos da gestão da saúde e segurança do trabalho. 'Além de participar do seminário, na oportunidade, o Dr. Eduardo irá a Nova Venécia ministrar palestra sobre o tema para os empresários da região Norte', informa.
Mais informações com o setor de treinamentos do Sindirochas, pelo telefone (28) 3521-6144 ou e-mail apoiotreinamento@sindirochas.com.br.

Setor de rochas se destaca em Qualidade no Trabalho

Extraído do Portal Marble - Autor: W Comunicação Empresarial

Mameri Rochas e Cajugram ficaram entre os primeiros colocados nas categorias micro e média empresa do Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho 2008
Como reconhecimento pelos investimentos em políticas de qualidade no ambiente de trabalho e desenvolvimento sustentável, duas empresas do setor de rochas foram classificadas na etapa Estadual do Prêmio Sesi de Qualidade no Trabalho – PSQT 2008.
A Mameri Rochas, de Rio Novo do Sul, venceu na categoria microempresa, enquanto a Cajugram Mármores e Granitos, localizada em Mimoso do Sul, ficou em segundo lugar entre as empresas de médio porte.
Este ano, 89 organizações de micro, pequeno, médio e grande porte concorreram ao prêmio, que destaca as empresas que mais investem na qualidade de vida de seus trabalhadores e valorização do capital humano.
Os troféus PSQT 2008 e as menções honrosas aos segundos lugares foram entregues durante um almoço organizado pela Findes e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), no último dia 27 de agosto.
Mas o prêmio ainda não acabou. Agora as empresas irão competir nas etapas regional e nacional.
Vencedores da Etapa Estadual - ES

Categoria Micro Empresa
1º lugar: Mameri Rochas Ltda (Rio Novo do Sul)
2º lugar: Betz Chemicals do Brasil Indústria e Comércio Ltda (Vila Velha)

Categoria Pequena Empresa
1º lugar: FHF Recauchutadora de Pneus (Colatina)
2º lugar: Ingral Indústria Gráfica (Ibiraçu)

Categoria Média Empresa
1º lugar: Marca Ambiental (Cariacica)
2º lugar: Cajugram Granitos e Mármores do Brasil (Mimoso do Sul)

Categoria Grande Empresa:
1º lugar: Citágua Águas de Cachoeiro (Cachoeiro de Itapemirim)
2º lugar: Aracruz Celulose (Aracruz)

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Nova alternativa para transporte de blocos

Extraído do site da Revista Inforochas

A necessidade de adequação das empresas às novas normas para o transporte de rochas, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), levou a Rochaz a desenvolver um equipamento para solucionar o problema das transportadoras.
A empresa acaba de lançar no mercado o sistema de trava-blocos, um suporte desmontável que faz com que a carga fique presa ao veículo, auxiliando na redução do índice de acidentes com tombamento de blocos.
Desenvolvido por Antônio France, um dos fundadores da Rochaz, o equipamento faz com que a carga fique presa à carreta por quatro travas laterais e duas frontais, todas com 500mm de altura por 150mm de largura, que, parafusadas ao veículo, podem ser retiradas após o uso.
Uma corrente de grau oito e que suporta 10 toneladas também compõe o kit, necessário para garantir a segurança do carregamento. O modelo foi aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).
“É um serviço simples. O que fizemos foi aperfeiçoar. O sistema exigido pelo Contran era fixo. A inovação que estamos propondo é que ele seja desmontável”, explicou France.
Segundo ele, a procura pelo novo equipamento tem sido tão grande que a Rochaz está tentando encontrar alternativas para atender à alta demanda. “Temos vários clientes aguardando”, afirmou.
A Rochaz trabalha com a instalação do kit – composto por seis trava-blocos, quatro trava-gatos, 25 metros de corrente e quatro manilhas de ½ polegada – em um único dia.
O cumprimento das instalações veiculares é apenas uma das exigências da resolução 264/2007 do Contran. Compõem o quadro de medidas para redução de acidentes, também, a capacitação dos condutores, com prazo de adequação de 12 meses, e a adaptação das carrocerias dos caminhões – prazo limite de 18 meses. As medidas entram em vigor a contar da aprovação da norma, de janeiro deste ano.
“Esperamos que essa nova lei signifique maior conscientização por parte dos motoristas, para que pensem duas vezes antes de correr ou dirigir de forma insegura na estrada”, disse Antônio France.
Saiba mais
– A nova regulamentação para fixação de cargas, estabelecida pelo Contran, entrou em vigor em 4 de julho. Mas, ainda hoje, muitos veículos não se adequaram às exigências. Em todo o Espírito Santo, são quase 500 carretas irregulares.
– Mesmo após seis meses de aprovação, a resolução 264/2007, que exige a instalação de um sistema de travas no veículo que transporta rochas, não é bem aceita pelas empresas transportadoras.
– Além do alto custo, a adequação faz com que, uma vez atendendo às normas, o veículo fique impossibilitado de fazer qualquer outro carregamento.

Como ter práticas comerciais bem-sucedidas com os EUA

Extraído do site da Revista Inforochas

Aproximadamente 70% das exportações brasileiras de rochas ornamentais têm como destino os Estados Unidos. Diante desse quadro, é fundamental que as empresas busquem práticas comerciais bem-sucedidas com os americanos, evitando a possibilidade de inadimplência ou atrasos nos pagamentos.
Durante workshop promovido pelo Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas), o advogado Marcus Kimminau Soares mostrou aos associados da entidade o universo das leis americanas para a formulação de contratos de compra e venda eficientes.
O evento foi realizado no dia 30 de julho, no auditório da MSC, em Vila Velha. “Se você quer atuar de forma permanente no mercado americano, tem que conhecê-lo para se posicionar melhor”, aconselhou.
Na oportunidade, o especialista mostrou algumas estratégias de negociação e modelos de acordos que devem ser utilizados, além de análise de riscos, passando pelas possibilidades de penhora e garantias e política de cobrança até a possibilidade de abertura de uma empresa no exterior.
De acordo com Soares, o primeiro passo para se obter sucesso nas relações comerciais é buscar informação de qualidade sobre o futuro cliente.
“As empresas devem aprender a analisar o risco natural de cada venda e fazer contratos mais seguros, nos quais o cliente deve provar que tem capacidade de pagamento para receber a mercadoria, política que muitos ainda têm dificuldade em aplicar”, destacou o advogado.
Garantia
Em sua apresentação, Soares ainda alertou os empresários presentes sobre o histórico de venda a prazo sem garantias e contratos fechados sem as devidas precauções, que foram os principais responsáveis pelo aumento do número de atrasos em pagamentos, casos de inadimplência e processos de falência cada vez mais freqüentes entre os compradores americanos.
“Se todos forem mais rígidos na analise de crédito e na venda e, conseqüentemente, na cobrança, o importador americano verá também que o grupo está se profissionalizando e que está acontecendo um amadurecimento do setor”, frisou. Ainda segundo Soares, caso o empresário não alcance o sucesso esperado com os americanos, a procura de novos clientes em outros países é algo a ser sempre considerado. “Além disso, em novos mercados é mais fácil começar com diferentes modalidades de venda/garantia”, ressaltou.

Tecno-Ita lança filtro prensa compacto

Extraído do site da Revista Inforochas

O reaproveitamento da água e a destinação correta dos resíduos é ainda uma das questões que mais chamam a atenção das indústrias de rochas ornamentais, que precisam se legalizar perante os Órgãos Ambientais.
Pensando nisto, a Tecno-Ita, empresa de Cachoeiro de Itapemirim especializada no desenvolvimento de tecnologias para o setor, criou um sistema compacto voltado para as pequenas empresas do segmento do mármore e granito.
Trata-se do SISA-ROT, um filtro prensa de menor porte, que funciona por meio de vácuo, que junto com os elementos filtrantes exclusivos, separa a água presente na lama abrasiva deixando a parte sólida com umidade inferior a 30% ou ainda menor, dependendo da regulagem.
De acordo com o empresário Sérgio Pedrosa, o sistema é automático, dispensando o operador e a utilização de Tanque de Decantação, Batedor de Lama, Dosador de Floculante, Floculante e Bombas de Pressurização de lama abrasiva, permitindo que a lama produzida pelo tear seja enviada diretamente ao equipamento.
“Outras vantagem do equipamento são a alta durabilidade dos tecidos filtrantes, que ganham vida útil superior a 12 meses e também o baixo consumo de energia, oferecendo uma melhor relação custo benefício para o pequeno empresário”, explica.
O novo sistema foi apresentado na 26ª Cachoeiro Stone Fair, onde a Tecno-Ita também expôs outros produtos de destaque, como o SISA (Sistema Integrado de Separação de Água) tradicional e a Vídeo Sonda (Endoscópio Industrial para a Inspeção e estudos de Petrografia e Estruturas Geológicas).
Contato:
(28) 3517-8700
vendas@tecnoita.com.br ou tecnoita@cachoeiro.com.br

Segurança e tranqüilidade em caso de acidente

Extraído do site da Revista Inforochas

Garantir saúde para os trabalhadores é motivo de tranqüilidade para as empresas. Por isso um número crescente de organizações do segmento de rochas ornamentais oferece aos seus funcionários o “Proteção no Trabalho – AT”, produto por meio do qual a Unimed Sul Capixaba garante atendimento médico-hospitalar para os procedimentos relacionados ao acidente de trabalho e de percurso.
Há três meses, a Decolores Mármores e Granitos contratou o serviço e o disponibiliza a todos os membros de seu quadro funcional. “A Decolores é uma empresa que visa qualidade de vida para o colaborador. Como o AT é uma extensão da qualidade e do conforto do atendimento Unimed, optamos por contratá-lo”, afirma Eliandre Thouzo, gerente administrativa da empresa.
Nos últimos anos, a Decolores tem investido em treinamentos preventivos de acidentes, e a adesão ao AT veio complementar sua política de segurança. “Acreditamos que o acidente não tem hora nem local, e que todos estão expostos a isso. Por isso, contratamos o serviço para todos os nossos colaboradores. Confiamos que esse seja o caminho”, conclui a gerente.
Eliandre conta que, recentemente, a empresa precisou acionar a assistência da Unimed, tendo sido prontamente atendida. “Infelizmente, tivemos um acidente no último mês, mas não foi grave. E fomos atendidos com a qualidade e conforto do Hospital Unimed”, explica.
Histórico do AT
A Unimed lançou o “Proteção no Trabalho – AT” durante a Cachoeiro de Itapemirim Stone Fair de 2005. O produto foi criado a partir da solicitação de empresas que já mantinham contrato com a cooperativa, interessadas em oferecer o mesmo nível de assistência médica aos seus funcionários nesse segmento. À época, a Unimed e o Sindirochas assinaram o contrato que garante às empresas filiadas ao sindicato condições especiais de acesso à cobertura.
Para o presidente da Unimed Sul Capixaba, Newton Garcia, ao disponibilizar o AT às empresas do setor de rocha, a operadora de planos de saúde desenvolve um trabalho de grande importância. “Há três anos estamos contribuindo para minimizar uma das grandes preocupações dos empresários e trabalhadores, que é a garantia de atendimento de qualidade em caso de acidente”, declara.
Dirigido à saúde do trabalhador, o Proteção no Trabalho inclui ainda outros produtos, como o Saúde Ocupacional, com o qual as empresas têm coberturas para o gerenciamento completo dos riscos associados ao trabalho. Consiste na prestação de atendimento médico ocupacional e elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), Laudos Técnicos das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) e Perfil Profissiográfico Profissional (PPP). São produtos que atendem às exigências do mercado e da legislação.
1º lugar no Recall
A Unimed Sul Capixaba foi, pela sétima vez consecutiva, a marca de plano de saúde mais lembrada pelos cachoeirenses. De acordo com a pesquisa Recall realizada pelo Instituto Futura, para o “Prêmio Gazeta Empresarial Cachoeiro 2008”, o nome da cooperativa foi mencionado por 80% dos entrevistados. O segundo lugar foi citado por 7% dos consumidores interpelados. O resultado foi divulgado no dia 10 de julho.
“O levantamento de lembranças de marcas permite às empresas dimensionar o quanto estão presentes na vida das pessoas, bem como medir a satisfação dos públicos com os quais, de alguma forma, se relacionam. Mantendo-se na primeira colocação há sete anos, a Unimed ratifica sua condição de operadora de planos de saúde bem conceituada, o que, claro, é resultado de muito trabalho e reflexo da qualidade dos serviços que prestamos”, declara o presidente da Unimed, Newton Garcia.
Contatos:
UV Corretora - (28)3200-5500 - comercialuvcorretora@gmail.com
Vendas Unimed - (28)2101-6223/6206 - vendas@unimedci.com.br